As psicografias estão suspensas para novos pedidos.

Não são aceitos pedidos de psicografia
pelo Facebook ou por e-mail


O período de restabelecimento e recuperação pelo qual passa o Espírito recém-desencarnado não tem prazo fixo, podendo durar de poucos minutos a anos, ou mesmo séculos. Portanto, muitos espíritos podem ser evocados e darem mensagem antes de um ano, até mesmo horas depois de desencarnados, se assim desejarem e desde que encontrem um médium para fazê-lo . ( Leia mais: - Livro dos Médiuns, Cap. XXV - Das evocações, questão 274 e - Livro dos Espíritos, extinta a vida corpórea, à vida espiritual, secção "Perturbação espiritual" ).

Igualmente aos encarnados, os espíritos desencarnados sentem saudades e podem se emocionar ao contato com seus familiares que estão deste lado da vida, por vezes perdendo a oportunidade de transmitir sua mensagem com clareza de pensamento e sentimentos.

Por isso decidimos estipular o período de um ano para solicitação da mensagem nos trabalhos do nosso grupo, para todas as pessoas

Esse período de um ano também auxilia nesse amadurecimento emocional.


Quem já tem contato com desencarnado por psicografia ou psicofonia em Centros Espíritas ou outros médiuns não devem ficar fazendo novos pedidos para comparar as mensagens do desencarnado. Isso é um desrespeito ao trabalho dos médiuns.


A oração ajuda os desencarnados


Quando sentimos saudade dos parentes, ou dos amigos que estão vivendo muito distantes de nós, simplesmente telefonamos para eles, matando a saudade. Assim acontece, também, quando sentimos falta dos entes queridos que partiram para o mundo espiritual, e falamos com eles através da oração.

Para tanto, usamos o “celular” do nosso pensamento, pois, ao orarmos, emitimos um fio luminoso que é impulsionado pelo sentimento de amor, que vai em direção a esses Espíritos que continuamos amando e que continuam a nos amar. Pelo “celular” do nosso pensamento, podemos ligar para eles de qualquer lugar onde estejamos.

Por isso é que não precisamos ir ao cemitério no Dia de Finados, para orar em favor dos nossos parentes e amigos desencarnados. A nossa oração pode ser feita em casa, no hospital, na prisão, no templo religioso, enfim, não importa o lugar, desde que a oração seja feita com sinceridade.

Se eles são felizes, com as nossas preces aumentamos ainda mais a felicidade deles; e caso estejam sofrendo, como os Espíritos dos suicidas, por exemplo, as nossas orações têm o poder de suavizar as suas amargas dores espirituais pelo gesto de rebeldia contra as Leis de Deus, e ajudá-los a saírem da perturbação na qual se encontram.

Quanto à ida ao cemitério no Dia de Finados, se antes eu já não ia, agora muito menos, depois de tomar conhecimento de uma carta enviada por um “morto” através do médium Chico Xavier.

O Espírito, cujo corpo foi enterrado nesse dia, relata o sufoco por que passou diante da grande perturbação do ambiente espiritual da necrópole. Essa carta psicografada está publicada no livro Cartas e Crônicas, disponível na Livraria do CEERJ (tel.: 2224-1244).

Por fim, sugiro a seguinte prece:

“Jesus! Para aqueles que me antecederam na viagem em direção ao mundo espiritual, e que prosseguem ligados ao meu coração, apertado pela saudade, rogo as Tuas bênçãos banhadas na luz da Infinita Bondade.

Ajuda-os, Senhor, para que tenham forças a fim de continuarem na vida espiritual trabalhando pelo bem rumo à Vida Eterna. E quando tiverem a Tua permissão, possam vir ao meu encontro, para enxugar minhas lágrimas derramadas pela dor da saudade que sinto diante da ausência deles.

Que Assim Seja, Senhor!”.

http://www.oconsolador.com.br/ano4/176/gerson_monteiro.htm


663) As preces que fazemos por nós mesmos podem mudar nossas provas e desviar-lhes o curso?
– Vossas provas estão nas mãos de Deus e há algumas que devem ser suportadas até o fim, mas Deus tem sempre em conta a resignação. A prece traz para junto de vós os bons Espíritos que dão a força de suportá-las com coragem e fazem com que pareçam menos duras. Já dissemos, a prece nunca é inútil quando é bem-feita, porque dá força àquele que ora, o que já é um grande resultado. Ajudai-vos e o céu vos ajudará, sabeis disso. Aliás, Deus não pode mudar a ordem da natureza à vontade de cada um, porque aquilo que é um grande mal sob o vosso ponto de vista mesquinho e vossa vida efêmera é, muitas vezes, um grande bem na ordem geral do universo. Além de tudo, quantos males há dos quais o homem é o próprio autor por sua imprevidência ou por suas faltas! É punido naquilo que errou. Entretanto, os pedidos justos são muitas vezes atendidos mais vezes do que supondes. Acreditais que Deus não vos tem escutado, porque não fez um milagre por vós, enquanto vos assiste por meios tão naturais que parecem o efeito do acaso ou da força das coisas; muitas vezes também, muitas vezes mesmo, Ele vos suscita o pensamento necessário para, por vós mesmos, sairdes do problema.

664) É útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores? Nesse caso, como nossas preces podem levar alívio e abreviar seus sofrimentos? Têm elas o poder de fazer abrandar a justiça de Deus?
– A prece não pode ter por efeito mudar os desígnios de Deus, mas a alma para quem se ora experimenta alívio, porque é um testemunho de interesse que se lhe dá, e porque o infeliz sempre encontra alívio quando almas caridosas se compadecem de suas dores. De outro lado, pela prece, motiva-se ao arrependimento e ao desejo de fazer o que é preciso para ser feliz; é nesse sentido que se pode abreviar sua pena, se por seu lado ajudar com sua boa vontade. Esse desejo de melhorar, animado pela prece, atrai para junto do Espírito sofredor Espíritos melhores que vêm esclarecê-lo, consolá-lo e lhe dar esperança. Jesus orava pelas ovelhas desgarradas e mostra, dessa maneira, que seríeis culpados de não fazer o mesmo por aqueles que têm necessidade das vossas preces.

(O Livro dos Espíritos - Perguntas: 663 e 664)







Nem todos os Espíritos podem se Comunicar com seus Parentes Encarnados


Não podemos precisar, em termos temporais, quando será possível receber mensagens dos entes queridos que nos precederam no desencarne. Alguns fatores influem decisivamente na capacidade dos Espíritos se comunicarem com seus parentes na Terra. Entre eles, destacamos o estado de perturbação do Espírito após a morte, o merecimento dos envolvidos, as condições do médium e a utilidade providencial desta comunicação.

Em 'O Livro dos Espíritos', no capítulo que trata sobre a volta do Espírito à vida espiritual finda a vida corpórea, os Benfeitores da Codificação orientam que, após deixar o corpo, a alma experimenta um estado de perturbação que varia em grau e em duração, de acordo com a elevação do Espírito: "aquele que já está purificado, se reconhece quase imediatamente, pois que se libertou da matéria antes que cessasse a vida do corpo, enquanto que o homem carnal, aquele cuja consciência ainda não está pura, guarda por muito mais tempo a impressão da matéria" (questão 164).

Esta perturbação se dá pela necessidade que tem a alma de entrar em conhecimento de si mesma, para que a lucidez das idéias e as memórias lhe voltem. Allan Kardec afirma: "muito variável é o tempo que dura a perturbação que se segue à morte. Pode ser de algumas horas, como também de muitos meses e até de muitos anos" (comentários à questão 165, de 'O Livro dos Espíritos'). Logo, este é um fator preponderante ao se avaliar a possibilidade de comunicação destes Espíritos com os parentes encarnados.

Outra questão a ser considerada é a do merecimento. No ensaio que desenvolveu sobre a pluralidade das existências (Parte Segunda - Capítulo V - 'O Livro dos Espíritos'), Allan Kardec afirma que "cada um será recompensado segundo o seu merecimento real". Neste caso, devemos não somente avaliar o merecimento dos entes que ficaram na Terra em receber mensagens, mas também o merecimento dos que desencarnaram em se dirigirem aos seus entes queridos, informando-lhes sobre sua situação no Plano Espiritual.

Podem interferir ainda na possibilidade de comunicação as condições dos médiuns. Orienta-nos Kardec que "alguns médiuns recebem mais particularmente comunicações de seus Espíritos familiares, que podem ser mais ou menos elevados; outros se mostram aptos a servir de intermediários a todos os Espíritos" (item 275 de 'O Livro dos Médiuns'). Há de se levar em consideração, portanto, as relações de simpatia e antipatia entre médium e Espírito comunicante.

A utilidade das comunicações é outro ponto importante. Em várias circunstâncias, nas Obras Básicas, encontramos a justa colocação dos Espíritos para que observemos se há um fim útil naquilo que desejamos. Nesta mesma lógica, somente teremos a possibilidade de receber uma mensagem de entes queridos se for necessário, e não para atender a curiosidade ou outras motivações que não revelem grandeza de alma.

Como podemos perceber, há uma série de fatores a ser considerados. Porém, isso não é impedimento para que as comunicações aconteçam. Os próprios Espíritos narram a felicidade que sentem por serem lembrados por nós e a alegria em se comunicar, situação em que podem informar sobre sua nova situação no Plano Espiritual. “A possibilidade de nos pormos em comunicação com os Espíritos é uma dulcíssima consolação, pois que nos proporciona meio de conversarmos com os nossos parentes e amigos, que deixaram antes de nós a Terra. (...) A Doutrina Espírita nos oferece suprema consolação, por ocasião de uma das mais legítimas dores. Com o Espiritismo, não mais solidão, não mais abandono: o homem, por muito insulado que esteja, tem sempre perto de si amigos com quem pode comunicar-se" (comentário de Allan Kardec à questão 935 de 'O Livro dos Espíritos').

As mensagens de entes queridos desencarnados, pois, funcionam como uma prova incontestável da realidade da vida após a morte do corpo físico, demonstrando de forma inequívoca que os laços de afetividade persistem no Mundo Espiritual. Além disso, servem como consolação àqueles que permanecem no campo da vida, estimulando-os às conquistas dos valores da eternidade, para o breve reencontro com os que lhe precederam no Plano Maior da Vida.

Por fim, lembramos que não somente as mensagens mediúnicas possibilitam estas bênçãos. Uma situação muito oportuna para entrarmos em relação com nossos entes queridos é durante o desprendimento da alma pelo sono. Afirmam-nos os Espíritos da Codificação que "é tão habitual o fato de irdes encontrar-vos, durante o sono, com amigos e parentes, com os que conheceis e que vos podem ser úteis, que quase todas as noites fazeis essas visitas" (questão 414 de 'O Livro dos Espíritos'). No entanto, para que isso aconteça, mais do que o simples fato de querer quando desperto, é preciso evitar que as paixões nos escravizem e nos conduzam, durante o sono, a campos menos felizes da experiência espiritual.


O Centro Espírita "O Consolador" funciona na Rua Flávio Costa, 84 -
Coroado II - MANAUS

O horário de atendimento desta atividade é todo domingo, das 16:00 às 17:00 hs.

 

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